enviado por Ana Paula, 30 de Agosto de 2010
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Odiados pelas torcidas, profissionais já se acostumaram com xingamentos.
Personagens controversos do mundo do futebol, os árbitros parecem já ter se acostumado com a pressão. Odiados por todas as torcidas, eles revelam desde pressão para favorecer determinadas equipes até cantadas. Foi o que aconteceu com a bandeirinha Ana Paula Oliveira durante um jogo. Estes profissionais procuram evitar qualquer contato com integrantes das equipes antes das partidas para as quais são escalados, mas nem sempre é possível. Incumbido de comandar o jogo entre Guarani e Palmeiras, no domingo (22), pelo Campeonato Brasileiro, o paulista Sálvio Espínola Fagundes Filho teve que ouvir calado a pressão dos torcedores da equipe de Campinas assim que chegou aos Estádio Brinco de Ouro, na cidade do interior paulista.
No mesmo dia, Wilson Luis Seneme apitou o clássico entre Corinthians e São Paulo e surpreendente teve um dia tranqüilo, sem críticas. A vitória fácil da equipe alvinegra acabou com qualquer chance de pressão. Acostumado com o estresse, ele até fez piada com o ódio que a sua profissão desperta.
- Tem um ditado que diz que árbitro que é árbitro já passeou de camburão ao menos uma vez.
Por terem muito poder em uma partida de futebol, os árbitros são muitas vezes acusados de prestarem serviços para uma das equipes ou até para terceiros. O último grande escândalo envolvendo a questão no futebol brasileiro foi em 2005. Na época, o paulista Edílson Pereira de Carvalho aceitou suborno para manipular resultados do Campeonato Brasileiro e ajudar um esquema de apostas no interior de São Paulo. Acabou banido do esporte, mas ainda não foi punido criminalmente.
O ex-árbitro José Aparecido de Oliveira relata ter resistido à pressão do ex-chefe da arbitragem brasileira, Ivens Mendes, para ajudar a Argentina em uma partida das eliminatórias para a Copa do Mundo de 1994.
- O que me disseram foi mais ou menos o seguinte: “olha com carinho para a Argentina”.
Mas nem toda essa polêmica foi capaz de afastar as mulheres do mundo do futebol. A bandeirinha Ana Paula Oliveira virou musa e chegou até a posar para uma revista masculina. Ela conta que chegou a receber uma cantada dentro de campo.
- Antes da cobrança de escanteio, um jogador se aproximou de mim e me convidou para jantar.
Assista à reportagem do Jornal da Record:
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enviado por Ana Paula, 27 de Agosto de 2010
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Ana Paula Oliveira estará em Caxias do sul, na próxima semana, entre os dias 3 e 6 de setembro, para defender a
revista digital LivrEsportes no prêmio nacional Expocom, no
XXXIII Congresso de Ciências da Comunicação, organizado pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação – Intercom.
A LivrEsportes foi desenvolvida pelos alunos do curso de Jornalismo da Hoyler/Uniesp, do qual Ana Paula Oliveira fez parte ao lado de Francisco C. Medina e Leda Dias. Ana foi responsável por representar a revista no
Intercom Sudeste em Vitória/ES, e agora o terá a missão de defendê-la novamente na etapa Nacional.
Na categoria, Jornalismo digital a LivrEsportes, concorre com os trabalhos: “Multimeios e Memória” - Universidade Federal de Goiás, “ Portal de notícias para União da Vitória e Porto União” - Centro Universitário de União da Vitória e “ Surf na web” - Universidade Federal do Pará.
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enviado por Ana Paula, 12 de Agosto de 2010
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Acontece no dia 11 de setembro das 9h às 16h no Centro de Eventos
Physicus em Auriflama/SP, o 1º Seminário do Noroeste Paulista em Preparação Física no Futebol - Como organizar e planejar o treino.
O seminário contará com o Professor Antônio Carlos Gomes, consultor técnico do Corinthinas, além da participação especial de Ana Paula Oliveira, árbitra de futebol.
As vagas são limitadas e as incrições podem ser feitas até o dia 03 de setembro, sendo o valor da inscrição de R$ 10,00 para clientes Physicus e R$ 80,00 para visitantes.
Para maiores informações, entre em contato pelo telefone (17) 3482.9500 ou pelo e-mail
eventos@physicus.com.br.
A
revista digital Livresportes apóia este evento.
Local:
Centro de eventos Physicus
Rod. Feliciano Salles Cunha, km 566 - SP 310 - Limoeiro
CEP: 15350-000 - Auriflama/SP
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enviado por Ana Paula, 13 de Julho de 2010
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Ela ficou conhecida nacionalmente como árbitra de futebol, profissão ainda dominada pelos homens. Mas também é jornalista com colunas em jornais e revistas, além de empresária. O portal iCity entrevistou a Ana Paula Oliveira, que nasceu na zona leste da cidade de São Paulo e foi criada na cidade de Sumaré.
Ela tem um carinho enorme pelo estádio do Morumbi, onde diz ter vivido grandes emoções e que se pudesse melhoraria o ar da cidade de São Paulo e deixaria o Rio Tietê limpo. Com vocês a entrevista completa da Ana Paula.

Crédito: Paulo Villar
iCity - Como é a sua história de vida com a cidade São Paulo?
Ana Paula Oliveira - A minha história com a cidade de São Paulo é um pouco antiga. Nasci na zona leste em São Miguel Paulista. Fiquei na cidade até os 5 aninhos. Meus pais escolheram a cidade de Sumaré, no interior de São Paulo, para criar os filhos, mas retornávamos sempre à cidade paulistana para visitar parentes. Com 19 anos voltei a São Paulo para estudar futebol. Depois disso vivo indo e vindo seja para trabalhar, estudar, rever amigos e lógico passear e me divertir.
iCity - O que você mais gosta da cidade de São Paulo? Por quê?
Gosto de muitos lugares, mas tenho um carinho especial pelo Estádio Cícero de Pompeu Toledo "Morumbi". Lá vivi grandes emoções.
iCity - Se pudesse mudar ou criar outras coisas na cidade, quais seriam por uma São Paulo melhor?
Nossa! Se eu pudesse mudar algo, mudaria a poluição do ar, do Rio Tietê e criaria mais parques para nossas crianças.
iCity - Qual a sua atividade favorita na cidade de São Paulo? Por quê?
Adoro trabalhar e frequentar os bons restaurantes de São Paulo. Trabalho porque é a cidade das oportunidades. Comer é uma delícia, pois a cidade possui uma variedade de opções, um verdadeiro festival gastronômico. Acho isso tudo para quem gosta de boa companhia e apreciar bons vinhos.
iCity - Conte-nos sobre os seus projetos, trabalhos que esta desenvolvendo etc.
Bem, possuo um quadro jornalístico no programa
Esporte Fantástico, chamado "
Posição Legal". Sou editora e cronista da
Revista Digital LivrEsportes -
www.livresportes.com.br e irei atuar como comentarista nos jogos da seleção brasileira, nesta edição da Copa, pela Rádio Mix em São Paulo, além de possuir uma coluna no Jornal Diário de São Paulo, comentando a arbitragem da Copa do Mundo da África do Sul. Ando pesquisando mais a fundo o
esporte, em especial o futebol, e pretendo ingressar num programa de pós-graduação para desenvolver um mestrado nesta área, ainda este ano. E desejo muito concluir o meu livro para ser publicado no próximo ano.
iCity - Na cidade de São Paulo, quem quer ser árbitro ou bandeirinha de futebol deve começar por onde?
Primeiramente pelo Curso de árbitros oferecido pela Escola Flávio Iazetti da Federação Paulista Futebol. E praticar muito em jogos amadores.
iCity - Você conhece outras cidades do Brasil, o que a cidade de São Paulo tem de melhor e de pior em relação a elas?
São Paulo é diferente por toda sua história econômica, política, social e cultural. É famosa por ressaltar um contraste entre o belo e feio, por ter uma cultura de grande metrópole, por guardar a mistura de várias etnias, raças, religiões, tribos e cultura. Acho que pra Sampa só falta mesmo praia. É uma cidade espetacular.
Agora um “ping-pong” com respostas curtas e diretas.
Um lugar para relaxar
Parque do Ibirapuera
Um restaurante
Restaurante Azait
Uma balada
Não curto muito baladas. Sou fã de restaurantes!
Um cinema
Shopping Cidade Jardim
Uma casa de show
Credicard Hall
Um estilo de moda
Confortável e descolada do tipo Osklen, Calvin Klein, Triton e Forum
Um lugar chato
Trânsito
Um via pública sempre congestionada
Detesto a Avenida dos Bandeirantes congestionada
Um momento inesquecível em São Paulo
Final do Paulistão do 2003, quando fui a assistente do jogo São Paulo X Corinthians
Um lugar para praticar esportes
Parque do Ibirapuera
Um lugar que precisa melhorar a segurança
A Zona Leste
Uma peça de teatro
Confissões de Mulheres de 30
Um local Cultural
Museu Arte Moderna de São Paulo
Um psiquiatra, um terapeuta ou psicólogo
Não possuo
Um Hotel
Bristol da Faria Lima
Um serviço que falta em São Paulo
Segurança
Entrevista publicada no site iCity no dia 05 de julho de 2010 por Sérgio Dias
http://icity.com.br/noticias/entretenimento/na-linha-do-impedimento-com-ana-paula
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enviado por Thomaz Cia, 06 de Julho de 2010
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Após os erros graves de arbitragem cometidos nos duelos de oitavas de final entre Alemanha x Inglaterra e Argentina x México, ficou uma grande dúvida de como seria a arbitragem do trio inglês formado pelo árbitro Howard Webb — que também é policial no Reino Unido — e os seus assistentes, Darren Cann e Michael Mullarkey, na partida do Brasil contra o Chile.
Num primeiro momento, ficou clara a ansiedade de Webb, que havia tido atuações seguras em duas zebras desta Copa do Mundo da África do Sul: as vitórias da Suíça por 1 a 0 sobre a Espanha e da Eslováquia por 3 a 2 ante a Itália. O árbitro se preocupou em controlar a partida na parte disciplinar, esquecendo-se do seu posicionamento em campo, fato que o acabou prejudicando, quando, aos 27 minutos de jogo, ele não conseguiu enxergar um pênalti do chileno Pablo Contreras, que deu uma tesoura em Lúcio.
Em outros momentos, o mal posicionamento demonstrado por Webb também atrapalhou jogadas ao ponto de ele ter ser sido até atingido pela bola.
Mas, na arbitragem, como na vida, é preciso ter estrela. Para sorte do inglês, minutos após o pênalti não marcado, o Brasil conseguiu abrir o placar — aos 34 minutos — com o gol de cabeça de Juan. E, três minutos, depois, o assistente Cann teve mérito por validar o gol de Luís Fabiano, que recebeu a bola na mesma linha do zagueiro. Com esses dois gols, a seleção brasileira trouxe tranquilidade para o árbitro, que não estava bem até aquele momento.
Mais tranquilo e confiante, Webb fez um segundo tempo discreto, a não ser novamente pelo posicionamento. O Brasil fez seu terceiro gol com Robinho, que não estava impedido, como bem observou no lance o outro assistente, Michael Mullarkey.
Assim, apesar de um equívoco importante, a arbitragem inglesa terminou bem a partida. Mas vale anotar: quando duas equipes estão dispostas a jogar, tudo se torna fácil, até mesmo o trabalho do árbitro. O Brasil venceu o jogo com um bom futebol — muito superior ao do Chile — e, para alívio do trio inglês, a bela vitória brasileira fez com que a presença instável do árbitro acabasse quase totalmente ignorada.
Artigo publicado no Diário de São Paulo por Ana Paula Oliveira em 12/06/2010:
http://www.diariosp.com.br/Artigo/219/Vitoria+tranquila+salva+arbitragem
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enviado por Ana Paula, 17 de Junho de 2010
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A Copa do Mundo da África do Sul mal começou e já tem barulho nos estádios e polêmica na arbitragem. Barulho graças às já famosas cornetas vuvuzelas. Polêmica por conta de um pênalti discutível, que acabou não sendo marcado a favor dos donos da casa, no jogo de estreia contra o México, que acabou 1 a 1.
Sabemos que no futebol a expressão “pênalti discutível” é algo consagrado. Basta assistirmos a um jogo no qual um lance é questionável para ouvirmos esse comentário.
A regra não é para ser discutida, mas é, sim, passível de interpretação do árbitro em campo. Repito: em campo. Na verdade, é preciso explicar melhor o papel do árbitro dentro de campo e a sua autonomia na aplicação da regra. É importante ressaltar que assistir ao jogo pela televisão ou das arquibancadas nada tem a ver com acompanhar a jogada no gramado.
O árbitro Ravshan Irmatov, do Uzbequistão, apesar de estreante em Copas do Mundo, foi discreto em seu trabalho. Auxiliado pelo seu assistente Rafael Ilyasov, ele acertou ao anular o gol mexicano aos 38 minutos. Atento, o assistente percebeu que o jogador Franco estava em posição de impedimento, quando recebeu a bola de Vela, que desviara uma cobrança de escanteio. Se a bola fosse direto da linha de canto para Franco, mesmo adiantado, ele poderia marcar o gol, pois no escanteio — previsto na regra 17 — não existe a condição chamada “fora de jogo”.
Mas o momento mais polêmico para a torcida se deu quando o jogador sul-africano Teko Modise partiu com a bola em direção ao gol e foi empurrado pelo mexicano Javier Hernandez. Bem colocado, o árbitro nada marcou. De acordo com a regra 12, que trata de faltas e incorreções, o empurrão pode ser uma falta, desde que o árbitro considere esta ação imprudente, temerária ou com uso de força excessiva. Neste caso, tudo indica que Irmatov tenha interpretado a ocorrência apenas como uma situação de jogo. Não há dúvida, o trio de arbitragem da primeira partida da Copa foi muito bem.
Já na partida entre França e Uruguai, vimos um jogo nervoso, com vários cartões amarelos e o primeiro cartão vermelho da Copa, para o uruguaio Lodeiro, por uma entrada violenta. Perfeito!
Artigo publicado no Diário de São Paulo por Ana Paula Oliveira em 12/06/2010:
http://www.diariosp.com.br/Artigo/167/Muito+barulho+por+penalti+discutivel
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enviado por Ana Paula, 16 de Junho de 2010
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Na ocasião do lançamento do livro “
Nós, Mulheres do Futebol”, o FPM aproveitou para entrevistar uma das personalidades do livro: Ana Paula de Oliveira. Muito atenciosa, a bandeira nos contou um pouco sobre seus compromissos atuais, sobre seu site e pitacou sobre a Copa do Mundo. Acompanhe!
Além de participar de eventos beneficentes, Ana Paula também tem apitado jogos de empresas, trabalhado incansavelmente no seu site
LivrEsportes que está, inclusive, com motivos da Copa na sua home, página especial para o Mundial e também tabela dos jogos, e claro, com muitos acessos.
“O site LivrEsportes está no seu terceiro mês com 12 mil acessos na sua somatória, estamos indo super bem, faturando inclusive o Prêmio Intercom da Região Sudeste na categoria Jornalismo Digital. Além disso, estreei na Tv Record com o quadro Posição Legal, que é uma proposta de conversa com jogadores, técnicos e dirigentes pra que todos possam conhecer um pouco do que acontece nos bastidores. Há muita coisa além do jogo.”
A bandeira não nos poupou de informações e prosseguiu: “Vou comentar a Copa pela Rádio Mix e ainda tem o comando da AP1,
agência de comunicação.”
Perguntamos qual a sua expectativa para voltar aos campos em jogos oficiais e ela nos contou que está muito tranquila, fazendo o seu trabalho, malhando o necessário, sem estresse, afinal, para o ano de 2010 não será mais possível entrar em campo por jogos oficiais, então a intenção é se preparar para 2011, mas como fez questão de frisar, numa boa, numa tranquila, sem estresse.
Ana Paula ainda pretende lançar um livro em 2011, que será um recorte de sua vida e sua carreira e segundo ela nos contou, essa é uma promessa para sua equipe e para ela mesma. Sobre a Copa do Mundo, Ana Paula não titubeou e lançou logo o seu palpite para a seleção campeã na África do Sul: Espanha! E justifica: “É uma seleção que está vindo pra brigar, até porque já foi muito injustiçada e pela sua postura o recado parece ser: independente de qualquer coisa,vamos brigar pelo título.”
O FPM agradece a Ana Paula por sua atenção, simpatia e disposição em contar um pouquinho da sua vida e das suas expectativas. E esperamos que ela esteja errada sobre a seleção campeã, não é mesmo? E para você, qual a seleção favorita para levantar o caneco na África do Sul? Socialize sua opinião que isso nos agrada e muito!
Fonte: Futebol para meninas por Lu Castro dia 15/06/2010 - http://www.futebolparameninas.com.br/2010/06/15/saiba-qual-e-a-selecao-favorita-na-copa-para-ana-paula-de-oliveira/
Siga o Futebol para Meninas no Twitter: @futebolmeninas
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enviado por Ana Paula, 14 de Junho de 2010
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O sábado foi especial para o Brasil. No jogo entre Inglaterra e Estados Unidos, uma terceira equipe saltou aos olhos de milhões de brasileiros. Vestindo o uniforme amarelo, Carlos Eugênio Simon, ao lado de seus assistentes Roberto Braatz e Altemir Hausmann, comandou o trio que até o momento pode ser considerado o de melhor desempenho na arbitragem desta Copa do Mundo.
Mas fiquei aqui imaginando os preparativos antes do jogo e toda as situações — provavelmente de tensão —, vividas pelo árbitro Carlos Eugênio Simon. Afinal, o brasileiro encarou nada mais nada menos do que o desafio de apitar o principal jogo do Grupo C. Não podemos desconsiderar a pressão imposta pelas equipes, que chegaram a questionar a escalação de seu nome para esta partida.
A Inglaterra chegou a insinuar que o árbitro não seria o melhor nome devido às falhas registradas antes do Mundial. Assim sendo, imaginei, de um lado, a felicidade de Simon por ser o escolhido, mas, de outro, o nervosismo natural de não saber o que o esperava. Fora a cobrança que deveria estar vivendo para desempenhar um bom trabalho. Ele tinha que lidar com a rejeição das equipes.
Simon conseguiu demonstrar de cara por que foi escalado para esta Copa. Entrando no campo com muita tranquilidade, aos poucos foi mostrando quem era, de fato, o dono do jogo. Utilizou corretamente os cartões, dando conta de controlar disciplinarmente os times e marcar com precisão as infrações.
Me lembrei de uma conversa recente que tivemos, na qual ele me evidenciou muita confiança e segurança em seu trabalho e de seus assistentes. Vale lembrar que, tanto para Simon quanto para os Braatz e Hausmann, esta é a última Copa da carreira.
O gaúcho também deixou o jogo correr na hora certa, usando a lei da vantagem quando necessária. Simon ainda soube utilizar com perfeição a excelente forma física, pois esteve sempre próximo dos lances utilizando a diagonal do árbitro. Desta forma, conquistou respeito para conduzir o jogo, deixando as atenções da mídia por conta da incrível falha do goleiro inglês Green no gol dos EUA.
Artigo publicado no Diário de São Paulo por Ana Paula Oliveira em 12/06/2010:
http://www.diariosp.com.br/Artigo/171/Simon+brilha+em+jogo+dificil
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enviado por Ana Paula, 08 de Junho de 2010
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fonte: www.livresportes.com.br
Nestes últimos dias tenho ouvido muitos comentários sobre a participação do Brasil na Copa do Mundo 2010. Muitos afirmam que a seleção de Dunga não passará para as quartas-de-final. Outros, por sua vez, otimistas acreditam que a seleção será a grande vitoriosa desta edição do Campeonato Mundial de Futebol. Pergunto a você leitor, a seleção brasileira será campeã deste mundial?

Nas semanas anteriores, falamos sobre o elenco. Agora iremos debater sobre questões políticas e para tanto proponho a discussão sobre as possibilidades de título para a nossa seleção. Existem fantasmas em torno da performance de nossa equipe, momentos da história impossíveis de entender, tais como a derrota para França, na partida final da Copa do Mundo da França 1998.
Sobre este fato há várias especulações. Entre elas: a) jogo de interesse a favor da França, relacionado ao momento em que o país estava passando naquela ocasião; b) jogo de interesse de patrocinadores em torno da questão do ataque epilético do craque Ronaldo, que momentos antes do jogo não constava na escalação final, mas entrou em campo no lugar do atacante Edmundo, sem qualquer explicação satisfatória. Até hoje não sabemos o que realmente aconteceu.
Diante de todo este cenário de um passado fantasmagórico aliado ao fato de que iremos sediar a Copa de 2014 (e nossa seleção pode não brigar com afinco pelo hexacampeonato) há brasileiros que arriscam a afirmar que não seremos campeões na África do Sul.
Sem dúvida, estes fatores podem ser pessimistas para pensarmos numa vitória brasileira. No entanto, uma notícia recém divulgada na imprensa me chamou a atenção em outra direção neste cenário pouco otimista. Lendo uma nota na revista Isto É, vejo o anúncio de que o presidente da Confederação Brasileira (CBF), Ricardo Teixeira, pretende antecipar sua candidatura ao cargo de presidente da Federação Internacional de Futebol e Associações (FIFA), de 2015 para o próximo ano, motivado por cartolas de vários países em oposição à reeleição do suíço Josef Blatter. Este é, sem dúvida, um fato novo, que pode mudar tudo em relação à participação da seleção neste mundial, porque obviamente esta pretensão só seria abraçada por Teixeira, caso o Brasil volte da África com o título da Copa.
A pergunta, então, é a seguinte: sediar a Copa de 2014 pode interferir na conquista do título brasileiro nesta edição da África do Sul?
PS: Como no futebol o jogo tem de ser o mais o importante acredito que mesmo diante de tantas táticas, o Brasil ainda pode mostrar que sua melhor técnica para alcançar o título é a esportiva e não a política.
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enviado por Ana Paula, 07 de Junho de 2010
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O campeonato de videogame no Programa Hoje em Dia da Rede Record, terá a participação de 32 famosos, que jogarão representando os times da Copa do Mundo. O vencedor vai ganhar uma moto e um televisor de LED de 40”.
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